Após esta paragem, venho com tudo!
O mês de Janeiro (vá até meio de Março custa) são meses difíceis para mim.
Hoje falamos disso, de todas as formas e maneiras, que nos boicotamos a nós mesmo, com a puta de vida que levamos.
A minha não foi fácil, e continua a não ser, mas o meu feitio não permite estar a vitimizar-me ou estar à espera que os outros façam por mim.
Ás vezes faz falta um abraço, um carinho, uma palavra amiga. Pois faz. Mas também faz falta saber levantar, e continuar a andar.
A bipolaridade que existe nas nossas vidas em saber manter um certo equilíbrio entre estas duas situações é diária. O saber viver com tudo o que implica (já dizia a Lili Caneças, estar vivo é o contrário de estar morto) é bem diferente de sobreviver.
Andam cá muitos a sobreviver...Eu aprendi há 2 anos que sobrevivia, e agora VIVO!
Os meus Pais divorciaram-se tinha eu 18 anos. Até aqui tudo bem. O problema foi mesmo o divórcio em si. Tribunais, escolhas, maus tratos, mentiras, incertezas...
O meu irmão não quis fazer nada da vida. E é surdo de um ouvido.
Fui mãe. O meu filho tem problemas graves de audição, não tem tímpanos.
A minha mãe teve cancro a primeira vez há cerca de 4 anos. Descoberto por acaso. Foi toda uma tragédia, porque nunca achamos que acontece na nossa família.
Morreu o meu avô paterno...Morreu a minha avó materna e a avó paterna mais recente (lei da vida diriam)
O meu pai, suicidou-se há 2 anos. Militar (Major do Exercito) um exemplo para qualquer um.
A minha mãe está com cancro reincidente.
Separei-me, fui vitima de maus tratos.
No meio disto, ainda há mais para contar. Mas acima de tudo é saber VIVER. Sim são tudo vicissitudes da vida. Sim podia ter ficado altamente deprimida (e atenção que tenho de aprender a ser mais delicada comigo mesma, e portanto si assumo que me fui abaixo várias vezes)
Mas não. Encaro a vida com a alegria que ela me permite.
Tenho duas mãos. Duas pernas. Uma cabeça. Uma vida. Um coração (por mais que pareça uma pedra por vezes)
Tenho amigas que muitas vezes não sabem lidar comigo, porque me querem dar espaço. Outras que por sua vez insistem imenso. Outros que me levam a rir e beber cerveja preta que tanto gosto.
E tenho o meu filho. Que me dá tantas alegrias. Mas que me limita tanto a vida, e não tem mal. É o que é.
Desabafo feito...Here we go again!
Back on track,
O mês de Janeiro (vá até meio de Março custa) são meses difíceis para mim.
Hoje falamos disso, de todas as formas e maneiras, que nos boicotamos a nós mesmo, com a puta de vida que levamos.
A minha não foi fácil, e continua a não ser, mas o meu feitio não permite estar a vitimizar-me ou estar à espera que os outros façam por mim.
Ás vezes faz falta um abraço, um carinho, uma palavra amiga. Pois faz. Mas também faz falta saber levantar, e continuar a andar.
A bipolaridade que existe nas nossas vidas em saber manter um certo equilíbrio entre estas duas situações é diária. O saber viver com tudo o que implica (já dizia a Lili Caneças, estar vivo é o contrário de estar morto) é bem diferente de sobreviver.
Andam cá muitos a sobreviver...Eu aprendi há 2 anos que sobrevivia, e agora VIVO!
Os meus Pais divorciaram-se tinha eu 18 anos. Até aqui tudo bem. O problema foi mesmo o divórcio em si. Tribunais, escolhas, maus tratos, mentiras, incertezas...
O meu irmão não quis fazer nada da vida. E é surdo de um ouvido.
Fui mãe. O meu filho tem problemas graves de audição, não tem tímpanos.
A minha mãe teve cancro a primeira vez há cerca de 4 anos. Descoberto por acaso. Foi toda uma tragédia, porque nunca achamos que acontece na nossa família.
Morreu o meu avô paterno...Morreu a minha avó materna e a avó paterna mais recente (lei da vida diriam)
O meu pai, suicidou-se há 2 anos. Militar (Major do Exercito) um exemplo para qualquer um.
A minha mãe está com cancro reincidente.
Separei-me, fui vitima de maus tratos.
No meio disto, ainda há mais para contar. Mas acima de tudo é saber VIVER. Sim são tudo vicissitudes da vida. Sim podia ter ficado altamente deprimida (e atenção que tenho de aprender a ser mais delicada comigo mesma, e portanto si assumo que me fui abaixo várias vezes)
Mas não. Encaro a vida com a alegria que ela me permite.
Tenho duas mãos. Duas pernas. Uma cabeça. Uma vida. Um coração (por mais que pareça uma pedra por vezes)
Tenho amigas que muitas vezes não sabem lidar comigo, porque me querem dar espaço. Outras que por sua vez insistem imenso. Outros que me levam a rir e beber cerveja preta que tanto gosto.
E tenho o meu filho. Que me dá tantas alegrias. Mas que me limita tanto a vida, e não tem mal. É o que é.
Desabafo feito...Here we go again!
Back on track,

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